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riscos_e_rabiscos

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Estou Com Uma Dor De Cotovelo...

 

Mas estou mesmo. E com falta de tempo. E com reeeesmas de trabalho. Ainda. Estou a escrever este post enquanto tomo o pequeno-almoço e me preparo física e psicologicamente para mais uma maratona de testes até chegar a hora de ir para o colégio.

 

Neste momento estou a precisar de um esqueleto novo. Continuo mal da cervical, com dores na coluna e com dores de... cotovelo! Já viram isto?! Era uma dor que dispensava perfeitamente. E nem sei porque motivo estou com dor de cotovelo. Será por causa da correcção dos testes? Mas as notas até têm sido muito boas... hummm. Se as notas estivessem a ser muito más até podia bater com os cotovelos na mesa zangada, mas não. 

Será que o stress me está a sair pelos cotovelos? Bom, se for para sair de vez, eu aguento a dor! Lol!

 

Anyway, com ou sem dor de cotovelo hoje é dia de montagem de exposição lá no colégio. Vou ver se assim me desaparece a dor de cotovelo.

 

Se não tiverem mais nada para fazer, have a nice weekend!

 

 

Ponto De Situação

          

 

Não sei o que fazer. Estou a chegar a um ponto labiríntico. Já me fartei de chorar hoje.

 

A minha mãe não pode ficar sozinha em casa e nem eu posso faltar ao trabalho.  Começo a faltar ao trabalho, sou dispensada.

Por este dois motivos, uma vizinha amiga fez o favor impagável de ficar de tarde com a minha mãe nestes últimos dois dias.

 

Hoje cheguei a casa, fui ver como ela estava e o que tinha comido. É então que a minha vizinha me diz “ eu só a vi beber água” e ela manteve-se calada, por isso essa é a verdade.

 

Fiquei muito decepcionada e revoltada. Ando sempre de volta dela para ver o que quer comer a dar sugestões mas ela é super esquisita.

Tenho tido umas semanas que ninguém imagina. É tratar dela, do resto da família (que chega a casa e não gosta da comida), da casa, das minhas coisas da escola com todos os minutos mais que recontados pois tenho de sair de casa quase sempre por volta do meio-dia ou antes. Geralmente o meu almoço é um bocadinho de pão comido à pressa e uma maçã roída no autocarro. O stress não me deixa comer, não consigo.

 

E é aqui que a decepção e a revolta entram. E hoje passei-me. Disse-lhe duas que ela não deve ter gostado.

Avisei-a que se quer morrer que diga logo e caso ela não faça um esforço, vou pedir à médica para a internar no hospital.

Virei costas lavada em lágrimas.

 

Opa, será que é tão difícil fazer um esforço para engolir algo? Será que é muito difícil esquecer as suas esquisitices, pelo menos, até melhorar? Será que eu não mereço que ela se esmere um bocadinho e vá comendo umas coisinhas?

 

Se não o faz por ela, pelo menos que o faça por mim.